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Produzido por estudantes de nutrição da Universidade de Brasília, esse blog viabilizará informações diversificadas a respeito de uma molécula que saiu dos livros de Química e acabou caindo na boca do povo: O Colesterol.

Sais biliares

Os sais biliares são esteróides que a partir do colesterol são sintetizados no fígado, através dos hepatócitos. Através de algumas reações que ocorrem no interior dos hepatócitos, o colesterol é convertido em ácido biliar. Nessas reações ocorre a perda das duplas ligações do colesterol, isomeração e hidroxilação, e o consumo de NADPH, O2, acetil-CoA e ATP.
A degradação do colesterol ocorre porque estimula as proteínas ligantes do sais biliares hidrofóbicos a inibirem a 7α-hidroxilase colesterol, através de receptores FRX, ou BAR (receptor de sais biliares). Assim os sais biliares se tornam capazes de controlar a homeostase do colesterol.
A captação dos sais biliares é mediada por uma proteína chamada co-transportadora de Na+ e por polipeptídios sódio. É na segunda fase que os sais biliares são excretados juntamente com o colesterol e glutatião, além de toxinas.
Quando estamos em jejum, os sais biliares são armazenados na vesícula biliar, após a ingestão de alimento ocorre a liberação de colecistoquinina pelas células endócrinas do intestino e assim os sais biliares correm para o duodeno. Neste, as células de sais biliares anfipáticas se associam a micelas que ajudam na absorção de lipídeos. Eles então são reabsorvidos pelo intestino através da ajuda de transportadores dependentes de sódio e circulam até chegar no fígado.
A biossíntese de ácidos biliares pode ter um efeito negativo, quando no retorno dos sais ao fígado, ocorre a inibição da atividade do colesterol 7α-hidroxilase e da hidroxi-metil-glutaril  coenzima A redutase.
Os tipos de sais biliares existentes na bile, são: ácido cólico (35%), quenodesoxicólico (35%), ácido desoxicólico (24%) e traços de litocólico e ursodesoxicólico.

Fontes: 1 - 2

                                                Postado por Bruna Pedrosa

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16 comentários:

Rodrigo disse...

muito bom post, me ajudou

marcelo disse...

Gostei me seu uma boa noção de sais biliares

Marcelo Morais disse...

Se VC não tem a vesícula, v pode tomar sais biliares manipulado. E qual seria a dose idel.

Marcelo Morais disse...

Se VC não tem a vesícula, v pode tomar sais biliares manipulado. E qual seria a dose idel.

miria francisco disse...

Quem não tem vesícula qual sal biliar tomar? Qual a quantidade?

miria francisco disse...

Quem não tem vesícula qual sal biliar tomar? Qual a quantidade?

vera lucia nemesio da costa disse...

Onde comprar sais biliares

vera lucia nemesio da costa disse...

Onde comprar sais biliares

Unknown disse...

Boa tarde
Onde comprar o sal biliar e como tomar. Não tenho a vesícula.
Agradeço

Edilamar Cristini Albert disse...

Boa tarde
Onde comprar o sal biliar e como tomar. Não tenho a vesícula.
Agradeço

Pr. Ruy Messias disse...

gostaria de adquirir o sal biliar onde comprar

Pr. Ruy Messias disse...

gostaria de adquirir o sal biliar onde comprar

Unknown disse...

na farmácia eficácia.pela internet

leonardo disse...

Qualquer farmácia de manipulação manda fazer 60 cápsulas de 300 mg tomar 1 pepois do almoço

Edilson Lima disse...

Como se formam as pedras ma vesícula?
ou “porque tenho pedras na vesícula?

Para um leigo, a tarefa nem sempre é tão simples.

VAMOS TENTAR, DE UMA MANEIRA FÁCIL, RESPONDER A ESSA PERGUNTA.

Antes de qualquer coisa, temos que ter em mente que a função da vesícula é armazenar a bile que o fígado produz - Bile é um fluido produzido pelo fígado (produz cerca de um litro de bile por dia), e armazenado na vesícula biliar - capacidade de armazenar 20 - 50 ml de bile - e atua na emulsificação de gorduras (transformar a molécula de gordura em partes menores

A produção diária de bile pelo fígado chega perto dos 2000 ml por dia.Isso quer dizer então, que essa bile toda não pode ficar estocada na vesícula.

A função da bile é ajudar na digestão e absorção das gorduras dos alimentos. Após passar pelo estômago, onde é triturado até formar uma pasta, o alimento vai para o intestino, cuja primeira parte chama-se duodeno. E é no duodeno que a bile deve ser misturada com os alimentos, para juntamente com o suco pancreático, fazer a digestão e absorção das gorduras. Uma boa parte da bile é então, liberada no duodeno, através do canal da bile, diminuindo o volume armazenado na vesícula.

A bile é composta de aproximadamente 90% de água, onde estão diluídos vários elementos, como colesterol, sais biliares e ácidos biliares, entre outros. E é ai que mora o problema. O colesterol, por ser uma gordura, não se mistura com a água. Todos nós já fizemos a mistura de água e óleo e vimos que ela não acontece. No nosso organismo, essa mistura tem que acontecer, caso contrário a bile não poderia chegar ao duodeno e cumprir seu papel. Ela tem que ser fluida como a água para poder passar pelo canal da bile até o duodeno.

Assim, o organismo usa “um truque” para que essa mistura aconteça. Ele envolve totalmente cada partícula de colesterol com sais e ácidos biliares, que conseguem se misturar com a água. Então, quando esses sais e ácidos biliares se misturarem com a água, eles levam junto o colesterol, deixando a bile fluida.

Sem entrar em detalhes técnicos, qualquer situação onde haja falta de sais biliares ou excesso de colesterol, essa mistura fica dificultada. O colesterol que “sobra” se misturar acaba precipitando, formando os conhecidos cristais que vão crescendo até serem identificados como pedras na vesículas, as coleocistite. Essa é a formação das pedras de colesterol.

Se você pegar um copo de água e acrescentar sal e misturar, ele acaba se diluindo. Se continuar a por sal e misturar, vai chegar uma hora, que tem tanto sal, que essa mistura não mais ocorre, e acaba ficando no fundo do copo. É algo parecido com isso que acontece com o colesterol que não se mistura com a água.

E QUAL É O PROBLEMA COM AS PEDRAS?
E qual é o problema com as pedras?As pedras dentro da vesícula dão o que chamamos de colecistite calculosa. Elas podem ser foco de infecção e causar uma colecistite aguda. Ou podem tentar sair da vesícula e ir para o canal da bile, causando um entupimento desse canal. Como a bile não pode escoar para o duodeno, ela pode voltar para cima para o fígado, dando o que se conhece por colangite, ou ir para o pâncreas, levando a pancreatite. Essas três complicações (colecistite aguda, colangite e pancreatite) são situações graves, com inúmeras consequências.

A única maneira de se evitar essas complicações é com a limpeza da vesícula no minimo de 3 a 6 vezes e consumir a partir da primeira vez da limpeza uma correção nutricional de excessos de gorduras e inserir imediatamente continuum sal biliar de 300 mg um vez ao dia. Não adianta e nem pode retirar-se somente as pedras, pois elas se formarão novamente. Com esta administração, vive-se normalmente.

Ter pedras na vesícula agora depende de você e evitar as complicações também! Corrigindo toda disfunção genética hereditária, Saúde, já!

Paz, Amor e luz!

Celeste Lianes disse...

Realmente valeu1! Muito Obrigado!!!

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